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Necessidade e obrigação de um plano de resgate de altura

Atualizado: 13 de Mai de 2019

A necessidade de uma rápida evacuação de um trabalhador suspenso da Suspensão Inerte, responde a duas causas principais. Em primeiro lugar, o poder de aplicar de forma mais eficaz os primeiros socorros que possam ser necessários e, em segundo lugar, as graves consequências que o trauma da suspensão pode causar.

Também conhecido como Síndrome da Suspensão Inerte , ou Choque Ortostático, o trauma de suspensão é um conjunto de sintomas que aparecem quando uma pessoa permanece suspensa por um período de tempo e há uma combinação de dois fatores: imobilidade e suspensão. Se não for revertida rapidamente, esta situação pode levar a vítima suspensa a morte em poucos minutos. Por essa razão, planejar o trabalho em altura para que o trabalhador suspenso possa ser resgatado imediatamente em caso de emergência não é apenas uma questão de bom senso, mas também uma obrigação legal.

Infelizmente, se já é difícil para algumas empresas cumprir o mínimo exigido de segurança em trabalhos em altura (planificação do trabalho, treinamento de funcionários, a disponibilidade de meios e equipamentos adequados), e muito menos para ter um plano de emergência que contempla a evacuação de seus trabalhadores se for necessário.


Por isso, é dever e obrigação do supervisor em trabalhos em altura, criar e estabelecer junto à todos os colaboradores ligados às atividades do trabalho, as diretrizes do plano de resgate, bem como formalizar junto ao responsável da obra todos os passos do plano.

SÍNDROME A Síndrome da Suspensão Inerte é uma patologia que necessita de dois requisitos essenciais para sua ocorrência: - suspensão - e imobilidade.

A imobilidade pode ocorrer em pessoas conscientes que ficam comprometidas devido à posição suspensa inerte, ao ceder a tensão dos músculos abdominais e  também as vítimas, como consequência da queda ou trauma tenham ficado inconsciente.

Em 1979, o pesquisador B. A. Nelson  realizou 65 testes de suspensão em posição vertical e imobilização. Os testes contaram com ajuda de montanhistas experientes e quatro tipos de cintos.  Os resultados após os testes mostraram os mesmos efeitos negativos observados em outras experiências, tais como;

- dormência,

- dor intensa,

- sensação de asfixia, 

- contrações incontroláveis,

- hipotensão e taquicardia.


Em dois casos houve perda de consciência As conclusões finais do estudo evidenciaram, mais uma vez, que a suspensão vertical por cinto pode causar a perda de consciência, sem qualquer trauma ou perda de sangue. Esta progressão do quadro clínico em indivíduos  que permaneceram inconscientes, pela redução do fluxo sanguíneo cerebral, podem causar a morte em 4 a 6 minutos.

Fica evidente a gravidade da situação e a importância de se contratar uma empresa especializada e que cumpra com todas as exigências de segurança. O Grupo AcimA trabalha com o mais rigoroso sistema de segurança nos trabalhos executados e com índice 0 de acidentes.



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